
Jair Bolsonaro teve sua tornozeleira eletrônica substituída em 29 de setembro de 2026, como parte dos protocolos de segurança e manutenção do equipamento.

Como informa o UOL, a operação foi conduzida por uma policial vinculada ao Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (CIME), responsável por fiscalizar o cumprimento das medidas cautelares impostas a réus em prisão domiciliar.
O procedimento foi formalmente registrado em relatório encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), reforçando a vigilância constante sobre o ex-presidente.
Bolsonaro cumpre uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão, resultado de sua condenação por envolvimento em uma trama golpista que buscava desestabilizar as instituições democráticas. Desde março de 2026, encontra-se em regime domiciliar devido a problemas de saúde, o que significa que, embora não esteja em presídio, permanece sob monitoramento rigoroso e restrições de deslocamento.
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Esse regime é frequentemente acompanhado de medidas como a tornozeleira eletrônica, justamente para garantir que não haja descumprimento das condições impostas pela Justiça.
Vale dizer que a defesa de Bolsonaro apresentou um novo pedido de revisão criminal, que será analisado pelo ministro Kassio Nunes Marques. O recurso se apoia em declarações do ministro Alexandre de Moraes sobre garantias processuais, argumentando que tais garantias não teriam sido plenamente asseguradas durante o julgamento.
Nos últimos dias, uma tentativa inicial de suspender a prisão domiciliar, mas o recurso foi retirado pela própria defesa poucas horas depois, o que gerou turbulência interna na defesa.
Como consequência, Jair trocou de escritório jurídico, e o tradicional escritório Ávila Bessa deixou o caso, indicando possíveis divergências estratégicas ou dificuldades em sustentar a linha de defesa adotada até então com Bolsonaro.
POR: Vinícius Carvalho
FONTE: MSN





