TJ segue com expediente, prazos e audiências suspensos até sexta-feira por conta de ‘apagão’ no sistema

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) segue em investigação e com o expediente suspenso para saber os reais motivos do “apagão” no seu sistema geral de infraestrutura tecnológico. Em comunicado feito nesta quarta-feira (23), a assessoria da Corte informou que peticionamentos, consultas processuais e demais serviços externos digitais seguem indisponíveis, com prazos suspensos até pelo menos sexta-feira (25), com funcionamento apenas de serviços internos e atendimento ao público somente em regime de plantão.
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A Corte ainda não confirmou se o incidente de segurança partiu se um ataque hacker, mas afirmou que credenciais de usuários da rede PJE (Processo Judicial Eletrônico), como logins e senhas criptografadas foram acessadas.

Até o momento, no entanto, não há evidências de acesso a outros dados pessoais de servidores e magistrados, nem a decisões judiciais ou aos backups, sendo que as senhas estão sendo redefinidas e a investigação segue em andamento.
Para garantir a segurança dos trabalhadores do Tribunal, o PJe e os demais sistemas foram desligados preventivamente. Além disso, as audiências e sessões serão redesignadas e os júris poderão ser mantidos a critério dos respectivos magistrados presidentes.
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O restabelecimento das atividades nos sistemas digitais, conforme a Portaria TJMT/PRES de 22/9/2026, ocorrerá da seguinte forma:
– 23/9 (quarta): o expediente fica suspenso para testes e homologação dos sistemas.
– 24 e 25/9 (quinta e sexta): o expediente é apenas interno, e o atendimento ao público continua somente em regime de plantão. Peticionamento, consulta processual e demais serviços externos seguem indisponíveis.
– Prazos: suspensos de 23 a 25/9, nos termos da Portaria.
– Audiências e sessões serão redesignadas. As sessões do Júri poderão ser mantidas, a critério do juiz presidente.
– Execução penal funciona normalmente pelo SEEU, que não foi afetado.
– Casos urgentes seguem atendidos pelo plantão judiciário.
FONTE: OLHAR DIRETO





