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STJ pede afastamento de Wilson Witzel do governo do RJ e prisão do Pastor Everaldo

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Por suspeitas de fraude e irregularidades em compras na área da saúde durante a pandemia do novo coronavírus, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), pediu o afastamento imediato de Wilson Witzel por 180 dias, do cargo de governador do Estado do Rio de Janeiro.

Denunciados

O Ministério Público Federal (MPF) comunicou que além de Wilson Witzel, sua esposa, a primeira-dama Helena Witzel, também foi denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Foram denunciados também:

  • Lucas Tristão do Carmo (ex-secretário do Desenvolvimento Econômico do Estado)
  • Mário Peixoto ( empresário)
  • Alessandro de Araújo Duarte ( empresário ligado a Mário Peixoto)
  • Cassiano Luiz da Silva (apontado como funcionário de Mário Peixoto)
  • Juan Elias Neves de Paula (empresário ligado a Mário Peixoto)
  • Gothardo Lopes Netto (ex-prefeito de Volta Redonda)

Sobre a investigação

Procuradores investigam que o grupo era abastecido financeiramente por organizações sociais e seus fornecedores e que através de pagamento mensal à agentes políticos e servidores públicos da Saúde fluminense, o direcionamento de licitações era garantido pelas organizações sociais.

Pastor Everaldo Preso

O Presidente nacional do PSC, pastor Everaldo Pereira recebeu voz de prisão dos agentes da Polícia Federal em sua residência no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro e segundo os investigadores, o pastor estava sozinho em casa e abriu a porta para os policiais, que recolheram diversos documentos no apartamento.

Segundo a assessoria de imprensa de Everaldo Pereira, o político sempre esteve à disposição de todas as autoridades.

Everaldo foi preso por envolvimento em crimes de corrução e lavagem de dinheiro e buscas estão sendo realizadas também na casa do vice-governador, Cláudio Castro.

Operação Placebo

A Polícia Federal cumpre 16 mandatos de prisão, seis preventivas e dez temporárias e 82 de busca e apreensão na operação que foi batizada de ” Tris in Idem” que é a extensão da Operação Placebo que apura e investiga a Corrupção em contratos públicos do Executivo fluminense.

Nessa Operação Placebo, Wilson Witzel e Helena Witzel foram os principais alvos e colocou o escritório da primeira-dama no centro das investigações. Conforme a decisão do Superior Tribunal de Justiça, o escritório de Helena recebeu honorários advocatícios da empresa DPAD Serviços Diagnósticos.

Segundo registros da Receita Federal, Alessandro Duarte era o responsável pela empresa e é apontado como operador financeiro do empresário Mário Peixoto, e a Juan Neves, citado como contador do esquema criminoso.

Defesa de Wilson Witzel

Em nota, a defesa do governador, afirma que a decisão de afastamento do cargo foi tomada de forma monocrática e que foi recebida com surpresa. Ainda de acordo com a nota, a defesa declara que, essa decisão “desrespeita a democracia”.

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