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RONDONÓPOLIS | Empresários e empregados promovem hoje carreata pela flexibilização do comércio noturno

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Uma manifestação organizada pela Associação Rondonopolitana de Bares e Restaurantes e Sindebares Sul – Sindicado dos Empregados do Comércio de Bares, Restaurante e Similiares de Rondonópolis está programada para acontecer hoje (26), às 16h.

Empresários e empregados prometem uma grande carreata, com ponto de partida no Casario. A entidades pedem a flexibilização do funcionamento do comércio noturno. De acordo com um comunicado enviado à imprensa, o setor trabalha há 60 dias com restrições e 30 sem qualquer operação.

O objetivo é chamar atenção das autoridades para o horário de fechamento dos estabelecimentos. Os manifestantes sugerem uma flexibilização até às 23h.

Nota na íntegra:

A pandemia prejudicou todos os setores, afetou a vida de todos, mas os mais prejudicados são os comerciantes noturnos. Mas o comércio noturno não é o culpado, toda vez que os números da Covid aumentam somos nós que pagamos o preço. A primeira coisa que fecha é o comércio noturno. Somos crucificados, somos os vilões da sociedade. Estamos há quase 60 dias com restrições de funcionamento e quase 30 dias sem poder funcionar, mas o dono da loja de roupa pode vender, a loja de material de construção, todas as grandes empresas estão funcionando, bancos, mercados, indústrias a todo vapor, mas o pequeno, a pessoa que levou uma vida toda para construir seu negócio e sustentar sua família está sendo crucificado. São vários comércios já fechados, milhares de desempregados. Não é justo o que está acontecendo, somente o comércio noturno é prejudicado na nossa cidade se é para fazer um lockdown, que seja com toda a sociedade para ter resolutividade, proibindo e multando as aglomerações. Não é justo, somente nós estamos pagando a conta da pandemia, pedimos a flexibilização do horário até as 23:00 para que tenhamos o mínimo para trabalhar estamos de luto sim, pelas pessoas que morreram, mas também pelas famílias desempregadas e pelos empresários que faliram e empregavam várias famílias nas nossas empresas temos todo o cuidado com distanciamento e todas as normas de biossegurança, então porque não podemos trabalhar? Tem que punir sim as aglomerações e não os empresários que trabalham corretamente, fiscalização sim, fechamento não queremos trabalhar, não queremos cesta básica nem financiamentos que aumentem nosso endividamento nesses meses que estávamos trabalhando, de setembro em diante, os números da Covid não aumentaram. O que aumentou os números foram as aglomerações de final de ano e carnaval, entre família e amigos nós consideramos a dor das pessoas sim, mas não podemos ser culpados ou responsabilizados. A palavra de ordem é o direito de trabalhar nossos funcionários não pegaram Covid, com três mil sindicalizados apenas 4 contraíram, nenhum óbito. Se nosso setor fosse tão perigoso, os números seriam muito maiores. Mais de 800 desempregados nesse último mês fora, os autônomos, e ninguém para nos defender. Estamos pedindo pelo amor de Deus, já que o estado e o município não querem que a gente trabalhe, nos dê uma alternativa.

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