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Proibição da venda de bebidas alcoólicas após as 22h é desrespeitada e não impede aglomeração no Leblon

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Rua Dias Ferreira, no Leblon, em 11 de setembro de 2020 Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo

Após a determinação da prefeitura que proíbe a venda de bebidas alcoólicas após as 22 horas para pessoas que não estão acomodadas em mesas e cadeiras, muitos bares da rua Dias Ferreira, no Leblon, que durante a pandemia protagonizou cenas de aglomerações, espalharam mais mesas e cadeiras nas calçadas, o que ainda era um movimento tímido nas últimas semanas. A prefeitura autorizou os itens até em vagas de estacionamento até o fim do ano.

Recentemente a prefeitura instalou placas próximo às vagas indicando ser proibido estacionar no local em sextas, sábados, domingos, feriados e vésperas de feriados nos horários que os bares podem ocupar a via pública.

Antes das 21 horas, na região da Dias Ferreira, cerca de 10 ambulantes estavam espalhados aguardando o término da fiscalização para poderem atuar.

Grande parte dos bares ao longo da rua no Leblon cumpriam a determinação do afastamento entre mesas e cadeiras. Porém, os estabelecimentos que ficam na altura da Rua General Venâncio Flores quase não tinham acomodações para os clientes, o que provocou aglomeração até as 22h.

Com a restrição de músicas ao vivo nos bares, um grupo de jovens aproveitou o momento para ouvir música com som alto próximo a um estabelecimento. Muitos frequentadores também ignoravam os decretos estadual e municipal que obriga o uso de máscara na rua, em razão da pandemia da Covid-19, e não utilizavam a proteção na chegada aos bares ou na saída.

Em um dos bares da praça Paulo Mendes Campos, mesmo após o início da orientação dos fiscais na região após as 22h, ainda era servido copos de chope e garrafas de cerveja.

Num deles, uma jovem conseguiu comprar, por volta das 22h30, uma garrafa de cerveja e levou consigo alguns copos plásticos. Logo em seguida ela atravessou a rua e começou a beber a cerveja junto com um amigo.

Chopes também eram sevidos em tulipas de vidro para o público que estava em pé em frente ao bar.

Em outro empreendimento, também na praça, um jovem conseguiu comprar uma garrafa de cerveja às 22h40, vinte minutos após os fiscais da prefeitura já terem alertado o estabelecimento do novo decreto. Ele levou a garrafa de 600 ml em um suporte de isopor do próprio bar junto a um copo plástico, percorreu menos de 10 metros e se juntou ao grupo de quatro amigos.

Em um terceiro bar da praça, foi feito um sistema apenas para atender clientes que nao estão nas mesas e funcionava ainda próximo às 23h — mesmo após as orientações dos fiscais e, embora estivesse todo cercado por grades, uma das pontas havia um recuo que permitia formar uma fila desses clientes. O pagamento era feito na hora com cartão e a pessoa recebia a bebida. A reportagem flagrou uma dupla de amigos que comprou duas caipirinhas nesta “janela” e seguiu para a calçada.

Na frente deste terceiro estabelecimento havia uma grande aglomeração de frequentadores nas calçadas e na rua, o que chegava a atrapalhar o trânsito do local.

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