Bolsonaro sofre segunda derrota com judiciário e investigações das fake news continuam

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Bolsonaro sofre segunda derrota com judiciário e investigações das fake news continuam

Nesta quarta-feira (2), o presidente Jair Bolsonaro se manifestou sobre as investigações das fake news e a votação da PL na Câmara.

Bolsonaro mencionou não acreditar na aprovação da Lei Brasileira de Liberdade, responsabilidade e transparência digital, chegando a afirmar que o projeto não iria vingar.

O presidente não acreditava na aprovação da PL das fake news na Câmara dos Deputados. Chegou a declarar em frente ao planalto para seus apoiadores, que caso fosse aprovada ele estaria disposto a vetar.

Senado

A PL foi votada nesta terça-feira (30), e com 44 votos favoráveis, 32 votos contrários e duas abstenções foi aprovada pelo Senado Federal.

Jair Bolsonaro se manifestou sobre à aprovação, e alega ter conversado com um senador que votou a favor da PL. Segundo relatos do presidente, ele teria votado equivocadamente e que provavelmente o mesmo teria acontecido com outros parlamentares.

Como esperado a aprovação gerou indignação instantânea por parte dos apoiadores do governo nas redes sociais. Tanto parlamentares como cidadãos da base de apoio, acusaram o partido de Rodrigo Maia (democratas), e Davi Alcolumbre pelos resultados. Uma lista de todos os votos favoráveis foi distribuída nas redes sociais pelo grupo, que chegou a pedir a saída de Teresa Cristina, ministra da agricultura, e do ministro da cidadania Onix Lorenzoni do governo.

STF

O prazo final das investigações relacionadas ao inquérito das fake news estava definido para dia 15 deste mês. Na noite desta quarta-feira (1), o ministro Alexandre de Moraes prorrogou o prazo por mais 180 dias.

A decisão da suprema corte é a segunda derrota do governo Bolsonaro em uma semana. O primeiro revés foi a votação do Supremo em relação a duas ações que pedem a cassação da chapa Bolsonaro/Mourão.

Nesta terça-feira (31), uma votação foi realizada no STF, onde por 4 votos a 3, foi decido que as ações voltariam para fase de instrução, visando a produção de novas provas.

A prorrogação dos prazos resulta em duas situações diferentes, com mais tempo a disposição, a defesa de Jair Bolsonaro pode encontrar novos rumos no processo, em contra partida cada prova e levantamento apresentados durante este período fortalecerão a ação.

As ações impetradas contra a chapa Bolsonaro/Mourão foram abertas pela Rede e pelo PSOL. As denúncias incluem abuso eleitoral, e entre as solicitações do processo existe um pedido para que tanto o presidente quanto seu vice permaneçam inelegíveis pelo prazo de oito anos.

Além do inquérito das fake news, também transcorre no Supremo, o inquérito que apura atos antidemocráticos e ameaças aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

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