Passageira é agredida com socos e chutes após tossir e tirar máscara em ônibus na Bahia

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Passageira é agredida com socos e chutes após tossir e tirar máscara em ônibus na Bahia

Uma mulher acabou sendo expulsa de um transporte coletivo na região da Estação Pirajá após tirar máscara cirúrgica e começar a tossir. Os demais passageiros perceberam que a mulher aparentava estar com os sintomas do novo coronavírus, onde foi aconselhado para que ela colocasse a máscara, mas o pedido não foi realizado.

Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra o exato momento em que alguns passageiros retiram uma mulher a força do ônibus. Identificada como Cíntia Santos, a vítima estava sentada em uma das cadeiras do ônibus, onde tirou a máscara cirúrgica por estar passando mal.

Diante disso, muitas pessoas ficaram apreensivas, pensando que os sintomas poderiam ser em relação ao coronavírus.

Um homem que não teve a identidade revelada percebeu que a mulher resistia sair do ônibus e desferiu alguns chutes e socos para que ela descesse do ônibus. As imagens repercutiram rapidamente nas mídias sociais, onde muitas pessoas não concordaram com tal atitude tomada por alguns passageiros.

A mãe da jovem concedeu uma entrevista para o portal G1, onde ela afirmou ter ficado sem reação ao ver sua filha sendo tratada como um ‘bicho’.

“O que fizeram com minha filha… Estava sendo ali um bocado de bicho. Entrou um bicho e os outros bichos foram para matar”, comentou Diamantina Santos, mãe de Cíntia. Ainda sobre o caso, a mãe da jovem agredida informou que sua filha sofre bastante preconceito por ser dependente química.

A respeito do crime, a secretaria municipal Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ) de Salvador, informou por meio de notas que assistência psicológica estão sendo realizadas para a família de Cíntia.

Coronavírus

A pandemia do novo coronavírus continua avançando em todo o território nacional. De acordo com últimas informações do Ministério da Saúde, nesse período de quarentena, foram registradas 8.685 mortes, 51.370 pessoas que conseguiram se recuperar da doença e mais de 129 mil casos foram confirmados.

A maioria das vítimas fatais faz parte do grupo considerado de risco, que são aquelas pessoas que possuem alguma doença venérea ou idade superior a 60 anos.

Rio de Janeiro e São Paulo são os estados que continua liderando os números de vítimas do coronavírus. A prevenção continua sendo a forma mais eficaz de evitar o contágio da doença, tendo em vista que não foram elaborados medicamentos e nem vacinas. Nenhuma autoridade governamental informou quando as atividades profissionais irão retomar.

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